Experiências de sucesso em desenvolvimento sustentável de empresas da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte estão sendo apresentadas hoje em Campina Grande, durante a conferência BAWB Paraíba.
O evento faz parte do movimento Business as an Agent of World Benefit (Empresas como Agentes em Benefício do Mundo ) e tem o objetivo de difundir as experiências inovadoras desenvolvidas por empresas bem sucedidas, que promovem o desenvolvimento sustentável e trazem benefícios para a sociedade. O tema da conferência em Campina é “Criar Valor Sustentável para os Negócios”.
A programação começou ontem, no Centro de Convenções Francisco de Assis Benevides Gadelha, na Fiep, com a palestra “ Como a sustentabilidade pode gerar resultados para o seu negócio”, proferida pelo professor Moysés Simantob, da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas.
EMPRESA PREMIADA
Com o objetivo de promover o diálogo sobre a sustentabilidade, o BAWB Paraíba terá a participação da empresa Macário Injetados e Embalagens, premiada na edição nacional 2010 do Prêmio SESI Qualidade no Trabalho (PSQT). Sediada na cidade de Catolé do Rocha, Sertão do Estado, a empresa conquistou o primeiro lugar na edição estadual do prêmio, e ficou em segundo lugar na disputa nacional.
Durante o BAWB Paraíba, a Macário Injetados e Embalagens vai apresentar os métodos de gestão e controle responsáveis pelo desenvolvimento socioambiental na indústria. A ideia é promover a reflexão dos participantes sobre as práticas diferenciadas de gestão que podem trazer benefícios para a sociedade.
PROGRAMAÇÃO
8h – Credenciamento
8h30 – Apresentação de Cases Empresariais (PB, PE e RN)
9h30 – Investigação Apreciativa
12h – Almoço
13h30 – Investigação Apreciativa
17h - Encerramento: Coffee Break
(Com informações da assessoria de imprensa)
Abra os olhos. Você gosta do que vê ao seu redor? Eu não! Então, doe-se um pouco a cada dia!
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terça-feira, 5 de julho de 2011
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Entidades da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia lançam manifesto contra a corrupção
Entidades ligadas ao Confea e ao Crea publicaram esta semana, em jornais de circulação nacional, um manifesto contra a corrupção, assinado por órgãos da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia.
Confira o texto na íntegra:
A prática da corrupção compromete a economia, a gestão pública e a privada, o desenvolvimento sustentável e a democracia. Segundo relatórios da Transparência Internacional, organização não governamental reconhecida pelo combate à corrupção, estão no comércio internacional de armas e nas relações entre o setor público e a iniciativa privada, aí incluída a construção, os maiores riscos de corrupção.
Na iniciativa privada, empresas continuam tendo papel destacado no pagamento de propinas a agentes públicos, membros de governos e partidos políticos, seja na forma de extorsão ou oferecidas de forma espontânea. Corruptores e corruptos são o lado da mesma moeda.
Para corrigir essa grave distorção, não basta o denuncismo. Medidas efetivas devem ser tomadas com urgência para estancar a sangria de recursos, que são perdidos anualmente no Brasil e que poderiam estar sendo utilizados para redução das desigualdades sociais e na conservação do planeta. A corrupção é um verdadeiro terremoto a devastar a vida social e a integridade das instituições.
Os profissionais e empresas da área tecnológica brasileira têm muito a contribuir no combate à corrupção. Em que pesem iniciativas importantes na área pública no que tange ao assunto, a sociedade brasileira carece de envolvimento maior dos agentes econômicos da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia na discussão, proposição e adoção de medidas que levem ao aperfeiçoamento dos processos de contratação e fiscalização de obras, projetos e serviços nessas áreas.
A corrupção ameaça a qualidade e segurança das obras e serviços prestados, rebaixa direitos sociais, contribui para a degradação do meio ambiente, impede a concorrência leal, os preços justos e a eficiência no mundo inteiro. Segundo o Relatório Global da Corrupção 2009, cartéis de fixação de preços, por exemplo, causaram perdas diretas aos consumidores, com superfaturamentos superiores a U$ 300 bilhões no mundo, no período de 1990 a 2005.
Para diminuir os índices de corrupção, os contratantes e prestadores de serviços na área tecnológica, públicos e privados, diante de situações de risco de corrupção, devem buscar parcerias na sociedade civil e no Estado, por meio de organizações não governamentais, do Ministério Público, da Controladoria Geral da União e dos Estados e Tribunais de Contas.
A transparência nas licitações e contratos deve, além de permitir acesso à informação, apresentar mecanismos de controle e fiscalização por parte da sociedade. Da mesma forma, em suas relações comerciais, governos e empresas devem adotar cláusulas antissuborno que impeçam saída irregular de divisas.
Empresários e profissionais liberais devem ser encorajados a abrir mão de práticas que ensejam a corrupção com receio de diminuírem suas perspectivas de negócios. As empresas com programas de combate à corrupção e normas éticas sofrem até 50% menos corrupção e estão menos sujeitas a perder oportunidades de negócios do que as empresas sem esses programas.
A conduta de cada indivíduo é importante nesse processo de conscientização, mas não podemos reduzir o problema da corrupção ao aspecto moral. É necessário aperfeiçoar processos, introduzindo mecanismos de transparência e controle social, recompor as estruturas técnicas de planejamento, fiscalização e controle e exigir a implantação de medidas anticorrupção em cada negócio.
O aparato legal existente deve ser protegido e aperfeiçoado, impedindo com rigor qualquer tipo de flexibilização que abra brecha para a ameaça da corrupção. Nesse sentido, a discussão do Projeto de Lei 6.616/2009, que considera crime hediondo a corrupção praticada por agentes públicos, merece ser apoiada por todos, bem como a transparência no financiamento público e privado de campanhas eleitorais.
Já em relação às alterações da Lei de Licitações, em discussão na Câmara dos Deputados e no Senado, consideramos indispensável que sejam incluídas: a obrigatoriedade da existência, previamente à licitação do empreendimento, de projetos técnicos completos, com nível de detalhamento necessário, orçamentos detalhados com responsabilidade técnica claramente identificada e punições rigorosas para casos de comprovada corrupção. Consideramos ainda que as modalidades de contratação de serviços e obras na área tecnológica, por sua natureza técnica especializada, não podem ter o mesmo tratamento das contratações de compras de bens e serviços comuns. Isso enseja graves riscos de distorções na qualidade e na relação custo-benefício, comprometendo desnecessariamente recursos públicos no médio e longo prazos.
Ciente de suas responsabilidades com a sociedade brasileira, as organizações signatárias abaixo lançam o presente Manifesto, comprometendo-se a envidar todos os esforços para apresentar ao País os melhores caminhos para superar as práticas de corrupção nas áreas da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, valorizando e reconhecendo relações sociais e econômicas pautadas pela ética na transparência.
O nome das entidades que apoiam o manifesto acima pode ser conferido no site www.confea.org.br
Confira o texto na íntegra:
A prática da corrupção compromete a economia, a gestão pública e a privada, o desenvolvimento sustentável e a democracia. Segundo relatórios da Transparência Internacional, organização não governamental reconhecida pelo combate à corrupção, estão no comércio internacional de armas e nas relações entre o setor público e a iniciativa privada, aí incluída a construção, os maiores riscos de corrupção.
Na iniciativa privada, empresas continuam tendo papel destacado no pagamento de propinas a agentes públicos, membros de governos e partidos políticos, seja na forma de extorsão ou oferecidas de forma espontânea. Corruptores e corruptos são o lado da mesma moeda.
Para corrigir essa grave distorção, não basta o denuncismo. Medidas efetivas devem ser tomadas com urgência para estancar a sangria de recursos, que são perdidos anualmente no Brasil e que poderiam estar sendo utilizados para redução das desigualdades sociais e na conservação do planeta. A corrupção é um verdadeiro terremoto a devastar a vida social e a integridade das instituições.
Os profissionais e empresas da área tecnológica brasileira têm muito a contribuir no combate à corrupção. Em que pesem iniciativas importantes na área pública no que tange ao assunto, a sociedade brasileira carece de envolvimento maior dos agentes econômicos da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia na discussão, proposição e adoção de medidas que levem ao aperfeiçoamento dos processos de contratação e fiscalização de obras, projetos e serviços nessas áreas.
A corrupção ameaça a qualidade e segurança das obras e serviços prestados, rebaixa direitos sociais, contribui para a degradação do meio ambiente, impede a concorrência leal, os preços justos e a eficiência no mundo inteiro. Segundo o Relatório Global da Corrupção 2009, cartéis de fixação de preços, por exemplo, causaram perdas diretas aos consumidores, com superfaturamentos superiores a U$ 300 bilhões no mundo, no período de 1990 a 2005.
Para diminuir os índices de corrupção, os contratantes e prestadores de serviços na área tecnológica, públicos e privados, diante de situações de risco de corrupção, devem buscar parcerias na sociedade civil e no Estado, por meio de organizações não governamentais, do Ministério Público, da Controladoria Geral da União e dos Estados e Tribunais de Contas.
A transparência nas licitações e contratos deve, além de permitir acesso à informação, apresentar mecanismos de controle e fiscalização por parte da sociedade. Da mesma forma, em suas relações comerciais, governos e empresas devem adotar cláusulas antissuborno que impeçam saída irregular de divisas.
Empresários e profissionais liberais devem ser encorajados a abrir mão de práticas que ensejam a corrupção com receio de diminuírem suas perspectivas de negócios. As empresas com programas de combate à corrupção e normas éticas sofrem até 50% menos corrupção e estão menos sujeitas a perder oportunidades de negócios do que as empresas sem esses programas.
A conduta de cada indivíduo é importante nesse processo de conscientização, mas não podemos reduzir o problema da corrupção ao aspecto moral. É necessário aperfeiçoar processos, introduzindo mecanismos de transparência e controle social, recompor as estruturas técnicas de planejamento, fiscalização e controle e exigir a implantação de medidas anticorrupção em cada negócio.
O aparato legal existente deve ser protegido e aperfeiçoado, impedindo com rigor qualquer tipo de flexibilização que abra brecha para a ameaça da corrupção. Nesse sentido, a discussão do Projeto de Lei 6.616/2009, que considera crime hediondo a corrupção praticada por agentes públicos, merece ser apoiada por todos, bem como a transparência no financiamento público e privado de campanhas eleitorais.
Já em relação às alterações da Lei de Licitações, em discussão na Câmara dos Deputados e no Senado, consideramos indispensável que sejam incluídas: a obrigatoriedade da existência, previamente à licitação do empreendimento, de projetos técnicos completos, com nível de detalhamento necessário, orçamentos detalhados com responsabilidade técnica claramente identificada e punições rigorosas para casos de comprovada corrupção. Consideramos ainda que as modalidades de contratação de serviços e obras na área tecnológica, por sua natureza técnica especializada, não podem ter o mesmo tratamento das contratações de compras de bens e serviços comuns. Isso enseja graves riscos de distorções na qualidade e na relação custo-benefício, comprometendo desnecessariamente recursos públicos no médio e longo prazos.
Ciente de suas responsabilidades com a sociedade brasileira, as organizações signatárias abaixo lançam o presente Manifesto, comprometendo-se a envidar todos os esforços para apresentar ao País os melhores caminhos para superar as práticas de corrupção nas áreas da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, valorizando e reconhecendo relações sociais e econômicas pautadas pela ética na transparência.
O nome das entidades que apoiam o manifesto acima pode ser conferido no site www.confea.org.br
terça-feira, 27 de abril de 2010
Debate na mídia vai tratar da sustentabilidade nas eleições 2010
"A imprensa como indutora da sustentabilidade na pauta política" é o tema do debate de abertura da Conferência Internacional Ethos 2010, que será realizada no dia 11 de maio, das 15h às 18h, no Hotel Transamérica, em São Paulo. O evento tem entrada franca e vai contar com a presença de Carlos Minc (PT), Francisco Graziano (PSDB), João Paulo Capobianco (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).
Os entrevistadores serão os jornalistas Luís Nassif (Agência Dinheiro Vivo), Luciano Martins (Brasil Econômico e Observatório da Imprensa) e Cristiana Lobo (Globo News). O debate será moderado por Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos.
O pós-Copenhague e as eleições presidenciais no Brasil tornam 2010 um ano decisivo para a definição dos rumos e das metas de sustentabilidade a serem assumidas e cumpridas por governos, setor privado e cidadãos.
A questão que se coloca, a partir daí, é como a inegável influência dos meios de comunicação pode colaborar para que os assuntos que tangenciam o desenvolvimento sustentável estejam presentes na agenda política e como as inovações e estratégias na gestão empresarial são retratadas pela imprensa a ponto de influenciar decisões e regulamentações que partam do poder público.
A Conferência Internacional Ethos 2010 está sendo considerada como o maior evento de responsabilidade social da América Latina. As inscrições podem ser feitas pelo www.ethos.org.br/ci2010
(Com informações da assessoria de imprensa)
Os entrevistadores serão os jornalistas Luís Nassif (Agência Dinheiro Vivo), Luciano Martins (Brasil Econômico e Observatório da Imprensa) e Cristiana Lobo (Globo News). O debate será moderado por Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos.
O pós-Copenhague e as eleições presidenciais no Brasil tornam 2010 um ano decisivo para a definição dos rumos e das metas de sustentabilidade a serem assumidas e cumpridas por governos, setor privado e cidadãos.
A questão que se coloca, a partir daí, é como a inegável influência dos meios de comunicação pode colaborar para que os assuntos que tangenciam o desenvolvimento sustentável estejam presentes na agenda política e como as inovações e estratégias na gestão empresarial são retratadas pela imprensa a ponto de influenciar decisões e regulamentações que partam do poder público.
A Conferência Internacional Ethos 2010 está sendo considerada como o maior evento de responsabilidade social da América Latina. As inscrições podem ser feitas pelo www.ethos.org.br/ci2010
(Com informações da assessoria de imprensa)
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