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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Volkswagen lança projeto social para capacitar professores da PB

De Juliana Lichacovski, do Jornal da Paraíba

Um projeto piloto implantado no sertão pernambucano pela Fundação Volkswagen para proporcionar formação universitária a professores que possuem apenas o magistério, acaba de chegar à Paraíba.

Trata-se do projeto Pró-Educar, que através de uma parceria entre Fundação e concessionárias Volkswagen no Estado, vai oferecer, a partir de 2012, bolsas de estudo integral para professores da rede pública de ensino que ainda não possuam formação superior. A Universidade do Vale do Acaraú (UVA) é a primeira instituição a fazer parte do projeto, apresentado ontem aos representantes das cinco concessionárias Volkswagen na Paraíba. O objetivo da ação é elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Estado, que é de 3,2 no ensino do 6º ao 9º ano.

De acordo com a diretora de Administração e Relações Institucionais da Fundação Volkswagen, Conceição Mirandola, cerca de 600 mil pessoas em todo o Brasil atuam como professores nas escolas sem a formação superior. Se a legislação fosse levada ao pé da letra no país, conforme Mirandola, todas essas pessoas ficariam desempregadas se não existissem ações que incentivassem essas pessoas a conseguirem seus diplomas. Mas para ela, o programa vai além disso.

“Todos saem ganhando com isso. Os professores, que passam a ter a garantia de sua formação e emprego; os estudantes, que terão acesso à educação de qualidade, e o Estado ou município, que verá a elevação de seu Ideb”, disse, acrescentando que para cada 25 professores formados, cerca de 750 alunos são beneficiados.

“Levando em consideração que cada professor tenha 30 alunos por dia, 750 estudantes terão sido beneficiados com uma aula de qualidade”, afirmou ela, destacando que cinco concessionárias da Volkswagen na Paraíba poderão atuar no Estado fortalecendo a educação local. Segundo a diretora de Administração e Relações Instucionais da Fundação Volkswagen, atuarão na Paraíba as concessionárias Lia Leste (Patos), Cavesa (Campina Grande), Mais Car (Cajazeiras e João Pessoa) e Promac (João Pessoa).

“Temos concessionária em Cajazeiras, onde o Ideb é de 2,8; Campina Grande, onde a média é de 2,7 e Patos, que tem Ideb de 3,1. Depois que o projeto tiver início, essa realidade vai mudar, com certeza”, citou Mirandola.

Ainda segundo ela, nestes próximos seis meses a Fundação estará formatando o projeto aqui na Paraíba e ainda não tem informações de quantas bolsas serão disponibilizadas. “Vamos fazer um levantamento das possibilidades junto aos empresários e vamos visitar as faculdades para fazer parcerias”, disse, destacando que apenas em agosto a Fundação poderá ter uma posição.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

De sonhos, prazos e planos de governo

- Mamãe, quando a gente vai morar na nossa própria casa?
- Não sei filho, talvez no ano que vem.
- Mas você disse que seria este ano!
- Disse, sim, filho, mas papai e mamãe não tiveram dinheiro para a construção!
- Então você mentiu pra mim!
- Menti não, filho.
- Mentiu sim. Você prometeu que a gente iria morar numa casa este ano e agora a gente continua no apartamento. Você me enganou!!!


O diálogo acima - travado com meu filho Pedro, de 6 anos de idade - levou-me a refletir sobre a responsabilidade que temos com o sonho dos outros. Daí para eu fazer uma relação com as promessas feitas pelos atuais postulantes ao governo da Paraíba, foi um pulo.

Pensando no que os políticos sonham e projetam para o nosso Estado, busquei informações no site do Tribunal Superior Eleitoral, onde há um painel com informações sobre todas as candidaturas. Chamou-me a atenção, inicialmente, encontrar plano de governo que cabe em uma única página!

Será que o desafio de governar um Estado com 223 municípios, população de cerca de 3,7 milhões de habitantes e inúmeras mazelas sociais não deveria ser encarado com mais seriedade? Mais: com que intenção tais planos de governo não detalham números, explicitam metas e prazos de realização?

Por que são tão genéricos e, em alguns aspectos, semelhantes demais? Sendo todos tão parecidos, no geral, o que os diferencia para que mereçam meu voto? Será que, num eventual êxito nas urnas, tais postulantes temem ser cobrados, no futuro, pelo que deixou de ser realizado?

Em alguns programas de governo, as palavras mais usadas são “melhorar, ampliar, reestruturar, implementar, impulsionar, valorizar, fomentar, consolidar, reorganizar”.

“Priorizar o turismo como alternativa de desenvolvimento e de geração de emprego e renda, através de projetos estruturantes”.
“Vencer o analfabetismo, melhorar a qualidade do ensino, ampliar acesso à pré-escola”.
“Dar maior proteção legal e administrativa a segmentos socialmente discriminados e maior severidade na repressão às formas de discriminação”.
“Ampliar as políticas estaduais afirmativas das diversidades e dos direitos humanos, visando à promoção da igualdade étnico racial”.
“Ampliar a rede de assistência às vítimas de violência”.

O que é ampliar? Passar de uma unidade para cinco? Será que este “ampliar” atende às necessidades da população? Com base em que dados sabe-se que há necessidade de “melhorar, ampliar, reestruturar, potencializar, fortalecer, consolidar ou reorganizar”?

O que querem dizer mesmo com “consolidar o efetivo exercício do controle social”? Isso vai acabar com a miséria no Estado? Passa de metade da população o número de pessoas na Paraíba em situação de pobreza absoluta, segundo estudo divulgado recentemente pelo Ipea - o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Esse tanto de verbo no infinitivo vai resolver esse problema? Quando?

Ou ainda: “Redução qualificada da violência com base na análise criminal”. Esta proposta me garante o quê, realmente? Posso sair às ruas sem correr o risco de ser assaltada, sequestrada ou estuprada? Aquele meu colega de redação deixará seu carro estacionado sem medo na calçada? Ou terá o carro roubado novamente? Quantas manchetes sobre assaltos e arrombamentos teremos de publicar no jornal antes que a “redução qualificada da violência” aconteça?

Os exemplos de propostas sem pé no chão ou que não têm como ser cobradas no futuro são vários nos programas de governo. Como a maioria da população ainda não se preocupa com isso e o moído político é o que predomina nas discussões de campanha, fica tudo por isso mesmo. E nenhum plano de governo é debatido e questionado em profundidade.

Agora, como levar a sério programas de governo elaborados para quatro anos (2011-2014) que não apontam como as propostas em questão serão executadas? Será que irão ressuscitar o famoso pó de Pirlimpimpim, tão desejado por mim quando criança? Ou terão ajuda do Mister M, aquele mágico que emplacou a audiência da Globo durante várias noites no Fantástico?

Insisto: como encarar como responsável um programa de governo que propõe como um dos pontos para governar a Paraíba a “elaboração de um verdadeiro plano de moradias populares”? O que é “verdadeiro” para esse candidato a governador? Esse plano sairia do papel quando? Outra: como dimensionar o alcance de um plano que prevê “avanço na infraestrutura do Estado, no que tange aos recursos hídricos, saneamento ambiental, malha viária, matriz energética e infovias”, mas não informa de que forma isso será feito?

Na redação, sempre cobro dos repórteres que a notícia traga informações básicas: o quê, quem, quando, como, onde, por quê, para quê. E também é isso o que espero dos candidatos ao governo – que apontem de forma clara o que sonham para a minha pequenina e querida Paraíba e me digam, na prática, como isso será feito, com quais recursos, em qual prazo.

Que deixem para trás as expressões rebuscadas, os chavões de campanha (como “educação pública, gratuita e de qualidade”, “Equidade, Universalidade, Qualidade e Integralidade para Emancipação social”) e se voltem para propostas viáveis, ideias que saiam do campo das nuvens e tenham cheiro e gosto de terra.

Quero propostas, ideias, planos e soluções que possam em um, dois ou quatro anos passar pelo crivo público, ou pelo dedo indicador de uma criança de 6 anos apontando que, mais uma vez, você, candidato, mentiu e nos enganou!!!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O Brasil do futuro com verba pública bem aplicada

Um concurso da Controladoria-Geral da União (CGU) propõe que estudantes do Ensino Fundamental e Médio de todo o país façam uma redação sobre o tema “Como será o futuro do Brasil com o dinheiro público bem aplicado?”

Tendo como mote a proposta feita pela CGU, resolvi imaginar que país eu gostaria de encontrar no futuro. A primeira lembrança que me veio à mente foi o cordel “Viagem a São Saruê”, de Manoel Camilo dos Santos, ao qual tive acesso ainda criança, quando estudante do Instituto Educacional Vera Cruz, em Patos, no Sertão paraibano.

No texto, o país de São Saruê é o lugar melhor do mundo que há: “Lá existem tudo quanto é beleza/ tudo quanto é bom, belo e bonito/parece um lugar santo e bendito”, conta o cordel.

Longe da poesia popular, arrisco-me a acreditar que, na fictícia terra visitada por Manoel Camilo dos Santos, os recursos públicos eram aplicados com ética e transparência.

Em São Saruê, imagino, a aplicação das verbas para Educação e Saúde nunca virou manchete nos jornais. Enquanto isso, o Brasil perde R$ 41,5 bilhões (ou 1,38% do PIB) a cada ano, devido à corrupção. Os dados, divulgados em maio passado, integram o relatório “Corrupção: custos econômicos e propostas de combate”, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

Em São Saruê, acredito, além de só haver mulher formosa e os velhos poderem tomar banho na fonte da juventude, as crianças não tinham medo de colocar o pé no chão e nunca adoeciam por conta de esgotos a céu aberto. Por aqui, ao contrário, segundo pesquisa recente feita pelo Instituto Trata Brasil e a Fundação Getúlio Vargas, apenas 43,5% dos brasileiros são atendidos pela rede de esgotos.

Para exercitar a mente e provocar a discussão, aponto abaixo o que eu gostaria de ver nas cidades brasileiras do futuro. E queira Deus - e São Saruê - que esse novo tempo não tarde a chegar:

- Todas as crianças na escola, com acesso a livros, laboratórios, merenda de qualidade e espaços físicos adequados para a prática de esportes;

- Fim do déficit habitacional, com moradia digna para a população brasileira. A gente batalhadora desse Brasil precisa de um lugar para chamar de seu. Daí a necessidade de se colocar em prática políticas habitacionais sérias e que não surgem apenas em ano eleitoral;

- Gente doente sendo tratada com respeito, com práticas e medicamentos adequados e no tempo certo. A Saúde pública deve ser encarada com seriedade: as unidades de saúde precisam ter infraestrutura para atender bem os pacientes, e isso também passa pela contratação de pessoal capacitado e com direito a remuneração digna;

- Profissionais da Educação motivados, devidamente capacitados, trabalhando com prazer e sendo encarados como peças fundamentais para o desenvolvimento do país;

- Ruas sem esgoto a céu aberto, cidades saneadas, população com acesso a água potável;

- Otimização dos programas de renda mínima: as ferramentas de transferência de renda não podem ser encaradas como esmolas ou muletas para a manutenção de algum gestor público no poder. A miséria existe e precisa ser contida, sim, mas ao lado desses programas deve haver ações eficazes que levem à geração de emprego ou ao fomento do empreendedorismo. É o velho ditado que precisa ser ressuscitado: não adianta dar o peixe, precisa ensinar a pescar;

- Rios de água cristalinas, matas floridas, animais em seu habitat natural. O meio ambiente tem de ser preservado e o homem precisa aprender a conviver bem com o espaço em que vive e atua. As palavras da vez, mais do que nunca, são eco-eficiência e desenvolvimento sustentável, mas isso tem de passar de verbo, apenas, à prática do cotidiano;

- Crianças, adolescentes e jovens longe da drogas. Está mais do que na hora de encarar esse problema de frente, com repressão ao tráfico de entorpecentes e um jeito novo de cuidar dos dependentes químicos. As autoridades precisam investir em prevenção e reabilitação, com profissionais experientes e estabelecimentos públicos adequados;

- Transporte público eficiente a um custo acessível para a maioria da população. Cidades bem planejadas, com estudos sobre tráfegos e “desafogamento” de vias.

Como você imagina o Brasil do futuro com os recursos públicos bem aplicados? Envie uma mensagem para o blog, relate o seu 'sonho de país melhor' ou então participe do concurso proposto pela CGU. O mais importante aqui é a gente parar para refletir e ver que, da forma como está hoje, com muito dinheiro público sendo desviado para o bolso de maus gestores, não dá mais. Olho vivo na hora de escolher em quem você vai votar nas eleições deste ano! Um Brasil melhor, essencialmente, passa por aí!

Atenção: Os trabalhos para o concurso da CGU devem ser enviados até o dia 8 de outubro deste ano. O regulamento completo está disponível na internet: www.cgu.gov.br.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Cadê a educação que estava aqui? A falta de compromisso comeu

Uma escola pública no Brasil tira nota 0,5 no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), mas o fracasso é atenuado. As vozes oficiais preferem destacar que metas definidas pelo Ministério da Educação foram atingidas na maioria dos Estados brasileiros. Mais: a desgraça (que não é pouca) de nossos milhares de alunos dói menos do que a derrota da seleção brasileira na Copa da África do Sul.

Somos 190 milhões de mentes e corações que se moldam em verde-amarelo, que se travestem de vuvuzelas compradas nas lojas de importados, mas impotentes para exigir “educação pública e de qualidade” para nossos filhos. O trecho anterior em aspas virou jargão sindicalista, mas a evolução tão esperada no ensino brasileiro não veio.

Durante uma discussão sobre o tema, uma colega de trabalho não entendia minha indignação com resultados tão pífios expostos pelo Ideb. “Mas são alunos de escolas públicas! Você esperava o quê, Angélica?”

Esperava mais – e sempre espero. Sim, são alunos de escolas públicas e, principalmente por isso, merecem mais. Afinal, seus pais, além de impostos pagos a cada produto ou serviço adquiridos no Brasil, também depositam ali esperança: de sair do barraco, de não depender do Bolsa Família, de ver no filho um sonho realizado. Outra: são esses alunos com notas tão baixas que depois vão disputar vagas em universidades públicas, ao lado de quem teve uma educação melhor. Pergunto: é desse lote de pontuações grotescas que sairão profissionais aptos ao mercado de trabalho?

Ora, se me contento ao ver alunos da Paraíba atingir nota 3,9, festejo junto às autoridades por isso e esqueço que também há paraibanos tirando nota 0,5 é porque eu também quero muito pouco da vida.

“Cadê o queijo que estava aqui? O rato comeu!” Brinca há décadas a meninada. E por que não propor versinhos diferentes? Cadê a educação que estava aqui? A falta de compromisso comeu!!! A falta de vergonha na cara levou!!! O jeitinho brasileiro, paraibano, maranhense, sergipano de forjar dados, de fraudar licitações, de engabelar o povo, matou!!!

Nota 0,5 é zero. Média 1,4 significa zero para a educação também. Como não passa de zero a média que merecem nossos políticos, tão ávidos em somar e recontar apoios na surdina. Tão espertos – e olha que nisso eles têm expertise mesmo – na hora de justificar porque não investem, na Educação, o percentual mínimo de 25% exigido pela Constituição Federal!

Tão dissimulados são os nossos “doutores da politicalha” ao fingirem que pagam o piso nacional da educação aos professores! Tão ardilosos, quando fazem festa com toda a pompa de inauguração, apenas para assinar uma ordem de serviço de uma obra futura – que muitas vezes sequer sai dos textos informativos enviados para a imprensa...

Perdoe-me se você pensa diferente! De minha parte, não consigo enxergar seriedade ou mesmo inspiração para um mundo melhor num município, num Estado, num país que não levam a sério a educação de suas crianças e jovens! Numa escola particular, meu filho aprendeu a ler aos 5 anos de idade. Uma priminha sua, que estuda na rede pública no vizinho município de Santa Rita, vai completar 10 anos sem ter o mesmo êxito.

Os dados apontados pelo MEC sobre o ensino na rede privada também não são o que a classe média esperava, mas todos fingem que o mundo das letras e números está às mil maravilhas. E vão empurrando isso pra frente, com o notebook no colo, o Ipad na mão, a tão imensa TV de LCD na sala... Afinal, há dinheiro sobrando para se pagar um professor particular, o cursinho pré-Enem, um “reforço” para o filho que acabou de concluir o curso de Direito, mas que não se confia na hora de encarar a prova da OAB.

Hummm, educação de qualidade, nota baixa no Ideb, professores com salários aviltantes... Será que nada disso tem a ver com o processo eleitoral? Se você tem alguma dúvida, deixo aqui a provocação: pesquisando bem, em três meses será possível enxergar além das promessas de campanha. E ver quem, de fato, não segue a vida política pela Cartilha da Enrolação.


Em tempo: Entre os municípios com as piores notas no Ideb 2009 na 4ª série estão cinco cidades da Bahia, duas do Piauí, duas da Paraíba e uma do Pará. Para saber mais sobre o Ideb, acesse: www.mec.gov.br

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Entidades realizam atividades de saúde e educação em João Pessoa

Atividades de saúde e educação serão realizadas amanhã (29), em João Pessoa-PB com a presença das organizações que participam do Projeto Educação: (Con) Vivência Integral, do Fundo Juntos pela Educação.

As ações ocorrerão das 8h às 16 horas,nos bairros do Varadouro e Róger, com distribuição de kits odontológicos e mudas de árvore, testes de glicemia capilar e rápido de HIV, escovação supervisionada com flúor, bazar beneficente e corte de cabelo, dentre outras atividades.


O projeto Educação é um dos cinco em curso na Paraíba, como parte da Terceira Edição do Programa pela Educação em Tempo Integral, do Fundo Juntos pela Educação, constituído por Instituto Arcor Brasil, VITAE e Instituto C&A.

O Programa visa à formação de redes locais de aprendizagem, compostas por escolas públicas, ONGs, CRAS e outros recursos da comunidade, de modo a oferecer educação o tempo todo para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

Além de unidades de saúde, o trabalho é desenvolvido pela Casa Pequeno Davi, Centro Cultural Piollin, Centro de Referência da Cidadania Maria Borges, Associação Cultural Império do Samba, Escola de Educação Especial (EDESP), Escola Estadual Ana Higina e as escolas municipais Frei Afonso, João Coutinho e Santos Dumont.

(Com informações da assessoria de imprensa)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Bill Gates fala sobre como a inovação faz a diferença entre um futuro sombrio e um brilhante


Bill Gates, co-presidente da Fundação Bill & Melinda Gates, divulgou hoje sua segunda carta anual - uma avaliação pessoal dos esforços da fundação até o momento e sobre como as inovações podem fazer a diferença entre um futuro
sombrio e um brilhante.

Gates está otimista que, apesar da economia difícil, uma combinação de inovações científicas e parceiros fortes trabalhando em nome das pessoas mais pobres do mundo continuará a melhorar a condição humana.

"Embora a inovação seja imprevisível", comentou Gates, "há muitos governos, companhias privadas e fundações que podem fazer com que isto seja acelerado. Governos ricos precisam gastar mais em pesquisa e desenvolvimento, por exemplo, e necessitamos de melhores sistemas de medições em termos de saúde e educação para determinar o que funciona", complementou.

Do começo ao fim de sua carta, Gates destacou as inovações que estão salvando ou melhorando vidas e expandindo oportunidades. No mundo desenvolvido, as vacinas estão anulando as doenças preveníveis nas crianças, novas ferramentas estão ajudando no combate à malária e o HIV, e sementes melhoradas e técnicas agrícolas estão aumentando a produtividade da agricultura. Nos Estados Unidos, as inovações estão ajudando educadores a aprimorar o ensino e o aprendizado para que os estudantes do segundo grau se formem prontos para serem bem sucedidos e estejam preparados para obter graduações pós-secundária.

Gates definiu o papel da fundação como o de investir em inovações que de outra maneira não seriam financiadas - inclusive algumas que no final podem não ser bem sucedidas. Ele discutiu o apoio da fundação para um leque de inovações - de baixo a alto risco, algumas com período de tempo de até 15 anos - dirigidas ao combate das doenças, fome e pobreza no mundo em desenvolvimento e na melhoria da educação nos Estados Unidos. Desde seu início em 1994, a Fundação Bill & Melinda Gates comprometeu mais de US$21 bilhões em subsídios. A partir de 30 de setembro de 2009 a dotação da fundação foi avaliada em US$34,17 bilhões.

Para baixar a carta anual de Bill Gates, acesse www.gatesfoundation.org/annualletter . Imagens de alta resolução e vídeo de Bill e Melinda Gates reunidos com os beneficiados em todo o mundo estão disponíveis em www.gatesfoundation.org/press-room/Pages/news-market.aspx .

Fundação Bill & Melinda Gates
Guiados pela crença de que toda vida tem valor igual, a Fundação Bill & Melinda Gates trabalha para ajudar todas as pessoas a levar vidas saudáveis e produtivas. Nos países em desenvolvimento, concentra-se na melhoria da saúde das pessoas e em dar a elas a chance de sair da fome e da extrema pobreza.

Nos Estados Unidos, procura assegurar que todas as pessoas - especialmente aquelas com poucos recursos - tenham acesso às oportunidades que elas precisam para serem bem sucedidas na escola e na vida. Com sede em Seattle, estado de Washington, a fundação é comandada pelo CEO Jeff Raikes e pelo co-presidente William H. Gates Sr., sob a direção de Bill e Melinda Gates e de Warren Buffett. Saiba mais sobre a fundação no www.gatesfoundation.org ou junte-se às conversas no Facebook http://www.facebook.com/home.php) e Twitter
(http://twitter.com/gatesfoundation).

(Com informações da assessoria de imprensa)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Comunicador parceiro da educação

O Instituto Votorantim vai premiar comunicadores com atuação destacada na cobertura local do tema Educação em diversos municípios brasileiros. As inscrições estão abertas e vão até o dia 4 de setembro. Para se inscrever, basta acessar o site www.blogeducacao.org.br, ler o regulamento e enviar o material publicado.

Podem se inscrever os profissionais atuantes nas cidades participantes do projeto Parceria Votorantim pela Educação (ver lista no Blog Educação). Na Paraíba, o projeto é realizado no município de Caaporã.

Os três melhores trabalhos, avaliados por uma comissão julgadora formada pelo Instituto Votorantim, GIFE (Grupo de Institutos Fundações e Empresas) e Movimento Todos pela Educação, receberão um certificado e uma premiação em dinheiro.

Serão avaliadas matérias de mídia impressa, eletrônica e digital. A intenção da premiação é reconhecer o trabalho de comunicadores que contribuam para uma agenda positiva em relação à educação.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Contra o analfabetismo

A Alfabetização Solidária, organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que trabalha há doze anos pela redução dos altos índices de analfabetismo no país e pelo fortalecimento da oferta pública de Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Brasil, apresentou os resultados obtidos com o programa Rede Chevrolet de Educação Solidária - fruto de uma parceria inédita em conjunto com a General Motors do Brasil, por meio do seu braço social, o Instituto General Motors (IGM), e a Rede de Concessionárias Chevrolet.

O programa, que teve início em 2008 como um projeto piloto, mobilizou 240 salas de alfabetização, com 25 alunos em média por sala, possibilitando o atendimento a cerca de 6 mil jovens e adultos de 24 municípios, com as mais altas taxas de analfabetismo e os menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) nos estados de Sergipe e Piauí. Em parceria com a AlfaSol, atuaram a Universidade Federal do Piauí (UFPI), a Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), a Universidade Federal de Sergipe (UFS) e Universidade do Estado da Bahia (Uneb).

Mais do que uma prestação de contas, o encontro, realizado na sede da montadora, em São Caetano do Sul, afirmou o Rede Chevrolet de Educação Solidária como um exemplo de sucesso e com grande potencial multiplicador: para cada um real investido pelas concessionárias, o IGM soma mais um real ao programa. Em 2008, aderiram ao projeto 16 concessionárias, apenas do Estado de São Paulo, a fim de estimular as demais concessionárias a aderirem ao programa pelos próximos anos.

(Com informações da assessoria de imprensa da Alfasol)